NOTA PÚBLICA — AURÉLIO VIDAL

Venho, de forma respeitosa e transparente, tornar pública uma situação extremamente lamentável vivida durante a cobertura jornalística da Primeira Expô Taiobeiras, evento que entrou para a história da região e que, na noite do último sábado, reuniu um público superior a 40 mil pessoas durante o show do cantor Zezé Di Camargo.

Sigo orando por você, grande patriota Zezé Di Camargo. Deus é contigo sempre!

Venho, de forma respeitosa e transparente, tornar pública uma situação extremamente lamentável vivida durante a cobertura jornalística da Primeira Expô Taiobeiras, evento que entrou para a história da região e que, na noite do último sábado, reuniu um público superior a 40 mil pessoas durante o show do cantor Zezé Di Camargo.

Saí de Montes Claros, no Norte de Minas, e percorri entre ida e volta, cerca de quase 600 quilômetros para exercer minha profissão com responsabilidade e compromisso, realizando a cobertura para o portal Contexto Minas e o jornal AGROSERTÃO. Sou jornalista profissional, registrado sob o nº MG 08871-JP, e há anos desenvolvo um trabalho independente em defesa do povo sertanejo, da comunicação regional e das potencialidades do nosso interior, sempre sem vínculos políticos ou favorecimentos.

Infelizmente, durante o exercício da minha função, meu drone — devidamente homologado e licenciado pela ANACfoi derrubado por uma pessoa ligada à produção do evento, justamente no momento em que eu realizava imagens aéreas para a reportagem.

Infelizmente, durante o exercício da minha função, meu drone — devidamente homologado e licenciado pela ANAC — foi derrubado por uma pessoa ligada à produção do evento, justamente no momento em que eu realizava imagens aéreas para a reportagem.

Ressalto que todo o procedimento operacional foi realizado dentro das normas exigidas pela legislação brasileira. Fiz previamente o plano de voo, a calibragem completa do equipamento e todos os protocolos necessários para garantir segurança e legalidade na operação do aparelho, conforme as exigências da ANAC.

Ao recolher o equipamento junto a produção do evento, completamente destruído, percebi também o desaparecimento do cartão de memória, onde estavam armazenados conteúdos produzidos ao longo de dois dias cansativos de trabalho.

Infelizmente, durante o exercício da minha função, meu drone — devidamente homologado e licenciado pela ANAC — foi derrubado por uma pessoa ligada à produção do evento, justamente no momento em que eu realizava imagens aéreas para a reportagem.

Além do prejuízo material, fica o dano profissional, emocional e moral. Foram quilômetros percorridos, custos assumidos do próprio bolso, compromissos deixados para trás e um enorme esforço para realizar um jornalismo sério, independente e comprometido com a informação.

Mesmo diante dessa situação, faço questão de registrar publicamente que sigo admirando o artista Zezé Di Camargo, que ao longo da vida sempre demonstrou ser uma pessoa decente, de caráter e comprometida com os valores do nosso povo e da nossa nação. Tenho convicção de que o ocorrido não representa sua postura pessoal, razão pela qual acredito no diálogo e na sensibilidade do seu escritório para reparar os prejuízos causados por um integrante da produção a um simples e humilde trabalhador da imprensa regional.

Quem vive do jornalismo independente no interior sabe das dificuldades enfrentadas diariamente para manter a profissão com dignidade, ética e coragem. E infelizmente, além de todas essas batalhas, ainda nos deparamos com episódios dolorosos como este.

Espero sinceramente que essa situação seja resolvida da melhor forma possível, com justiça, respeito e valorização ao trabalho da imprensa.

Aurélio Vidal
Jornalista — MG 08871-JP

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