QUANDO A CHUVA CAI DENTRO DO HOSPITAL: O RETRATO DE UM SISTEMA QUE DESRESPEITA O POVO
OPERAÇÃO EM VARGEM GRANDE DO RIO PARDO: QUANDO O ESTADO PERSEGUE QUEM TRABALHA E ESCONDE A VERDADE
O RECADO DAS URNAS: CHEGA DOS MESMOS, É HORA DE RENOVAR DE VERDADE
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HERANÇAS DO CORONELISMO, CORTINAS DE FUMAÇA E O PREÇO DE DENUNCIAR

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Eu confesso: tentei não comentar. Segurei esse relato por quase duas semanas. Evitei tornar público o que vi porque não queria, de forma alguma, expor ou prejudicar os profissionais que estavam ali, na linha de frente. Profissionais, aliás, que merecem não críticas, mas aplausos. Médicos, enfermeiros, equipe de apoio, vigilantes, zeladores — todos fazendo o possível, e até o impossível, dentro de um sistema que claramente não os respeita.

QUANDO A CHUVA CAI DENTRO DO HOSPITAL: O RETRATO DE UM SISTEMA QUE DESRESPEITA O POVO

Por Aurélio Vidal Eu confesso: tentei não comentar. Segurei esse relato por quase duas semanas. Evitei tornar público o que vi porque não queria, de forma alguma, expor ou prejudicar os profissionais que estavam ali, na linha de frente. Profissionais, aliás, que merecem não críticas, mas aplausos. Médicos, enfermeiros, equipe de apoio, vigilantes, zeladores — todos fazendo o possível, e

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Há mais de três anos eu venho alertando a sociedade do Norte de Minas sobre a perseguição do governo federal contra o setor produtivo da nossa região, especialmente contra os empreendedores da cadeia mineral. Naquela época, denunciei os entraves absurdos na liberação de licenças ambientais e os abusos contra quem gera emprego e renda no sertão norte-mineiro.

OPERAÇÃO EM VARGEM GRANDE DO RIO PARDO: QUANDO O ESTADO PERSEGUE QUEM TRABALHA E ESCONDE A VERDADE

Por Aurélio Vidal Alguns anos atrás eu já denunciava a completa falta de comprometimento do governo federal com o desenvolvimento econômico do sertão norte-mineiro, especialmente no que diz respeito à liberação de licenças ambientais para o fortalecimento da nossa cadeia mineral. Na época, alertei também para os abusos, perseguições e entraves impostos contra empreendedores locais — homens que geram emprego,

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O RECADO DAS URNAS: CHEGA DOS MESMOS, É HORA DE RENOVAR DE VERDADE

Por Aurélio Vidal As eleições estão se aproximando e, com elas, volta também uma pergunta que o povo precisa ter coragem de fazer a si mesmo: até quando vamos continuar votando nos mesmos políticos e esperar resultados diferentes? O voto é uma das ferramentas mais poderosas que um cidadão possui. Ele não é apenas um gesto de participação democrática —

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Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, um nome inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha. Como jornalista do Norte de Minas e apaixonado pelas narrativas do sertão, aprendi a enxergar nesse escritor não apenas um intelectual da virada do século, mas alguém que teve a coragem de atravessar as distâncias físicas e culturais que separavam o país oficial daquele Brasil esquecido, castigado pela seca e pelo abandono.

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Fazer jornalismo sério, responsável e comprometido com a verdade nunca foi tarefa fácil no Brasil. Em tempos de redes sociais e ataques digitais, talvez tenha se tornado ainda mais perigoso.

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Sempre que penso na trajetória de Montes Claros, inevitavelmente minha imaginação volta ao tempo em que a cidade acordava com o som de um aparelho de válvulas e dormia com a voz de um locutor ecoando pela madrugada. Era um período em que o rádio não era apenas um meio de comunicação — era companhia, era notícia, era emoção.

QUANDO O RÁDIO FALAVA E A CIDADE PARAVA: MEMÓRIAS SONORAS DE MONTES CLAROS

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