EUCLIDES DA CUNHA: O HOMEM QUE ESCUTOU O GRITO DO SERTÃO
HERANÇAS DO CORONELISMO, CORTINAS DE FUMAÇA E O PREÇO DE DENUNCIAR
QUANDO O RÁDIO FALAVA E A CIDADE PARAVA: MEMÓRIAS SONORAS DE MONTES CLAROS
CREDINOR CELEBRA O DIA DA MULHER E RECONHECE A FORÇA FEMININA QUE IMPULSIONA A COOPERATIVA
ARENA CREDINOR EM FESTA – North vence a URT e conquista o histórico Troféu Inconfidência

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Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, um nome inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha. Como jornalista do Norte de Minas e apaixonado pelas narrativas do sertão, aprendi a enxergar nesse escritor não apenas um intelectual da virada do século, mas alguém que teve a coragem de atravessar as distâncias físicas e culturais que separavam o país oficial daquele Brasil esquecido, castigado pela seca e pelo abandono.

EUCLIDES DA CUNHA: O HOMEM QUE ESCUTOU O GRITO DO SERTÃO

Por Aurélio Vidal Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, dois nomes inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha e Guimarães Rosa. Mas hoje, vamos relatar sobre Euclides da

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Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, um nome inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha. Como jornalista do Norte de Minas e apaixonado pelas narrativas do sertão, aprendi a enxergar nesse escritor não apenas um intelectual da virada do século, mas alguém que teve a coragem de atravessar as distâncias físicas e culturais que separavam o país oficial daquele Brasil esquecido, castigado pela seca e pelo abandono.

EUCLIDES DA CUNHA: O HOMEM QUE ESCUTOU O GRITO DO SERTÃO

Por Aurélio Vidal Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, dois nomes inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha e Guimarães Rosa. Mas hoje, vamos relatar sobre Euclides da Cunha. Como jornalista do Norte de Minas e apaixonado pelas narrativas do sertão, aprendi a

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Fazer jornalismo sério, responsável e comprometido com a verdade nunca foi tarefa fácil no Brasil. Em tempos de redes sociais e ataques digitais, talvez tenha se tornado ainda mais perigoso.

HERANÇAS DO CORONELISMO, CORTINAS DE FUMAÇA E O PREÇO DE DENUNCIAR

Por Aurélio Vidal Fazer jornalismo sério, responsável e comprometido com a verdade nunca foi tarefa fácil no Brasil. Em tempos de redes sociais e ataques digitais, talvez tenha se tornado ainda mais perigoso. Mas essa realidade, convenhamos, não é exatamente novidade. Nos tempos do coronelismo — período marcado pelo poder quase absoluto de famílias tradicionais na política — desafiar os

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Sempre que penso na trajetória de Montes Claros, inevitavelmente minha imaginação volta ao tempo em que a cidade acordava com o som de um aparelho de válvulas e dormia com a voz de um locutor ecoando pela madrugada. Era um período em que o rádio não era apenas um meio de comunicação — era companhia, era notícia, era emoção.

QUANDO O RÁDIO FALAVA E A CIDADE PARAVA: MEMÓRIAS SONORAS DE MONTES CLAROS

Por Aurélio Vidal Há histórias que não vivem apenas nos livros. Elas moram no ar. Ou melhor: nas ondas do rádio. Sempre que penso na trajetória de Montes Claros, inevitavelmente minha imaginação volta ao tempo em que a cidade acordava com o som de um aparelho de válvulas e dormia com a voz de um locutor ecoando pela madrugada. Era

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Em clima de reconhecimento e valorização, aconteceu no último sábado (8), no auditório do Centro Administrativo, um momento especial promovido pelo Sicoob Credinor em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A iniciativa reuniu colaboradoras da cooperativa em uma celebração marcada pela gratidão, pelo respeito e pelo reconhecimento ao papel fundamental das mulheres na construção da história da instituição.

CREDINOR CELEBRA O DIA DA MULHER E RECONHECE A FORÇA FEMININA QUE IMPULSIONA A COOPERATIVA

*Aurélio Vidal Em clima de reconhecimento e valorização, aconteceu no último sábado (8), no auditório do Centro Administrativo, um momento especial promovido pelo Sicoob Credinor em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A iniciativa reuniu colaboradoras da cooperativa em uma celebração marcada pela gratidão, pelo respeito e pelo reconhecimento ao papel fundamental das mulheres na construção da história da instituição.

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Se antes a angústia era a ausência de água, hoje é o excesso. Alagamentos em cidades como Porteirinha, Espinosa, Salinas e Juramento, famílias retiradas de suas casas, extravasamento de barragens, ruas submersas, prejuízos materiais e emocionais. A pergunta que ecoa é inevitável: estamos preparados?

ENTRE A SECA E O EXCESSO: QUEM VAI PLANEJAR O FUTURO DO NORTE DE MINAS?

Por Aurélio Vidal Eu percorro o Norte de Minas há anos. Já caminhei por estradas rachadas pela estiagem, já ouvi o lamento de produtores rurais vendo o gado emagrecer por falta d’água, já relatei o drama de comunidades inteiras dependendo de carro-pipa. A crise hídrica sempre foi nossa velha conhecida — e, sejamos honestos, nunca foi efetivamente resolvida. Agora, a

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Sempre que volto os olhos para a história do sertão brasileiro, um nome inevitavelmente surge como uma espécie de ponte entre o Brasil do litoral e o Brasil profundo: Euclides da Cunha. Como jornalista do Norte de Minas e apaixonado pelas narrativas do sertão, aprendi a enxergar nesse escritor não apenas um intelectual da virada do século, mas alguém que teve a coragem de atravessar as distâncias físicas e culturais que separavam o país oficial daquele Brasil esquecido, castigado pela seca e pelo abandono.

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