ORÇAMENTO BILIONÁRIO, ESPORTE ESQUECIDO

Seria um sonho se esse dinheiro fosse realmente aplicado no fomento do esporte, na valorização dos atletas, nas escolinhas de base, nos campeonatos de bairro, nas reformas das quadras e campos abandonados. Seria maravilhoso! Mas todos nós sabemos que não é assim que funciona. O roteiro é velho, o filme é repetido e o final é sempre o mesmo: os recursos são remanejados. E, mais uma vez, o esporte fica com as sobras, com a promessa e com o discurso bonito de sempre.

Por Aurélio Vidal

Sinceramente, é revoltante! O orçamento solicitado para a pasta do Esporte em 2026 subiu nada menos que 150%. Isso mesmo! Pulou de pouco mais de R$ 20 milhões para absurdos R$ 55.316.136,62. Eu me pergunto: o que será que está nessa planilha que justifique tamanha cifra?

Seria um sonho se esse dinheiro fosse realmente aplicado no fomento do esporte, na valorização dos atletas, nas escolinhas de base, nos campeonatos de bairro, nas reformas das quadras e campos abandonados. Seria maravilhoso! Mas todos nós sabemos que não é assim que funciona. O roteiro é velho, o filme é repetido e o final é sempre o mesmo: os recursos são remanejados. E, mais uma vez, o esporte fica com as sobras, com a promessa e com o discurso bonito de sempre.

É fundamental que todas as pessoas envolvidas na promoção do esporte — treinadores, atletas, gestores, associações — fiquem atentas e exijam transparência. É preciso cobrar explicações de como e onde esses recursos serão aplicados. Porque, infelizmente, boa parte das lideranças esportivas da cidade vive agarrada na barra da saia de algum vereador ou de um político qualquer, em troca de migalhas, favores e promessas de emenda. Nunca buscam entender ou questionar o que está sendo feito com o dinheiro público destinado ao esporte.

Todos os anos, milhões são indicados, mas nem 4% disso chega efetivamente para fomentar ações esportivas em Montes Claros. E aí eu pergunto: até quando vamos assistir a esse descaso calados?

Seria um sonho se esse dinheiro fosse realmente aplicado no fomento do esporte, na valorização dos atletas, nas escolinhas de base, nos campeonatos de bairro, nas reformas das quadras e campos abandonados. Seria maravilhoso! Mas todos nós sabemos que não é assim que funciona.

Seria extremamente importante que ao menos uma parte desses recursos fosse realmente destinada à criação de um calendário esportivo sólido, capaz de contemplar o esporte de base comunitária e os inúmeros projetos esportivos que existem no município — muitos deles sobrevivendo graças ao esforço e à boa vontade de pequenos comerciantes que ainda acreditam no poder transformador do esporte.


Todos os anos, milhões são indicados, mas nem 4% disso chega efetivamente para fomentar ações esportivas em Montes Claros. E aí eu pergunto: até quando vamos assistir a esse descaso calados?

Seria extremamente importante que ao menos uma parte desses recursos fosse realmente destinada à criação de um calendário esportivo sólido, capaz de contemplar o esporte de base comunitária e os inúmeros projetos esportivos que existem no município — muitos deles sobrevivendo graças ao esforço e à boa vontade de pequenos comerciantes que ainda acreditam no poder transformador do esporte.

O mais lamentável é que essa proposta já foi apresentada dentro do projeto “Gestores do Esporte”, mas até hoje nenhum vereador e nenhum secretário de Esporte teve a sensibilidade ou a responsabilidade de tirá-la do papel. Tudo continua apenas no discurso bonito e nas promessas de ocasião — mesmo com um orçamento sempre milionário.

Seria um sonho se esse dinheiro fosse realmente aplicado no fomento do esporte, na valorização dos atletas, nas escolinhas de base, nos campeonatos de bairro, nas reformas das quadras e campos abandonados. Seria maravilhoso! Mas todos nós sabemos que não é assim que funciona. O roteiro é velho, o filme é repetido e o final é sempre o mesmo: os recursos são remanejados. E, mais uma vez, o esporte fica com as sobras, com a promessa e com o discurso bonito de sempre.

A solução, sem dúvida, passa pela Câmara Municipal. É lá que deve nascer a verdadeira mudança. É necessário que sejam criados projetos de lei que autorizem e obriguem o Executivo a realizar esses investimentos de forma pontual, transparente e segura, garantindo que os recursos cheguem efetivamente onde precisam chegar — nas comunidades, nos atletas e nas ações que fazem o esporte acontecer de verdade.

É fundamental que todas as pessoas envolvidas na promoção do esporte — treinadores, atletas, gestores, associações — fiquem atentas e exijam transparência. É preciso cobrar explicações de como e onde esses recursos serão aplicados. Porque, infelizmente, boa parte das lideranças esportivas da cidade vive agarrada na barra da saia de algum vereador ou de um político qualquer, em troca de migalhas, favores e promessas de emenda. Nunca buscam entender ou questionar o que está sendo feito com o dinheiro público destinado ao esporte.

Sem essa cobrança firme do Legislativo, tudo continuará no campo da promessa, enquanto o dinheiro público segue alimentando privilégios e deixando o esporte local à míngua.

O valor total solicitado pelo município para aprovação na Câmara é de R$ 3.036.017.302,52. É muita grana! Mas o que revolta ainda mais é saber que boa parte desse montante vai bancar os gastos e luxos daquela casa legislativa. Quanto maior o orçamento aprovado, maior é a fatia da farra dos vereadores.

Enquanto o Povo Sua, os Vereadores Tiraram Férias Pagas

E pra completar o show de absurdos, na última terça-feira foi apresentado na tribuna um projeto que pretende pagar adicional de “férias” aos vereadores! É o cúmulo da cara de pau! Falta vergonha na cara, falta responsabilidade, falta respeito com o dinheiro do povo.

Crise para o Povo, Mordomia para os Vereadores

Enquanto o Brasil atravessa uma crise econômica severa, com famílias sem emprego e jovens sem oportunidades, nossos parlamentares ampliam mordomias que já são escandalosas: verba para até 12 assessores, carros alugados para “passeios” em Belo Horizonte, Brasília — e até banho de cachoeira nos dias de calor, como já foi flagrado! Sem contar o vale combustível, as diárias, o material de gabinete e outras regalias que só aumentam o fosso entre eles e o povo.

E o salário? Ah, esse continua nas alturas!

É revoltante ver o dinheiro público sendo tratado como se fosse propriedade privada. É preciso dar um basta nessa falta de decência. O esporte precisa de investimento, não de enganação!


Enquanto isso, os ginásios continuam às moscas, os campos sem iluminação, as escolinhas sem apoio e os sonhos dos jovens atletas sendo enterrados junto com cada orçamento desviado.

Chega de fingir que está tudo bem. Não está!

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