25 ANOS DE LUTA PELO SERTÃO: A VOZ DO POVO QUE RESISTE

Há cerca de quase 25 anos, iniciei uma caminhada que nasceu do compromisso com a verdade, com o sertão e com o povo sertanejo. Uma luta construída ao lado de homens e mulheres simples, trabalhadores da terra, que diariamente enfrentam abusos, perseguições e a opressão de governos que tentam sufocar a autonomia do nosso território e daqueles que produzem o alimento que chega à mesa do povo brasileiro.

Há cerca de quase 25 anos, iniciei uma caminhada que nasceu do compromisso com a verdade, com o sertão e com o povo sertanejo. Uma luta construída ao lado de homens e mulheres simples, trabalhadores da terra, que diariamente enfrentam abusos, perseguições e a opressão de governos que tentam sufocar a autonomia do nosso território e daqueles que produzem o alimento que chega à mesa do povo brasileiro.

Ao longo dessa trajetória, busquei pautar o sertão de forma legítima, valorizando sua essência, sua cultura, suas riquezas naturais e, principalmente, a dignidade do seu povo. Percorri — e continuo percorrendo — os quatro cantos desta região, conversando com pessoas, ouvindo relatos, registrando histórias e tentando compreender cada vez mais as particularidades e os desafios deste chão tão sofrido quanto valioso.

Ao longo dessa trajetória, busquei pautar o sertão de forma legítima, valorizando sua essência, sua cultura, suas riquezas naturais e, principalmente, a dignidade do seu povo. Percorri — e continuo percorrendo — os quatro cantos desta região, conversando com pessoas, ouvindo relatos, registrando histórias e tentando compreender cada vez mais as particularidades e os desafios deste chão tão sofrido quanto valioso.

Defender esses humildes, porém valorosos personagens da nossa história, nunca foi favor. Sempre foi obrigação de quem acredita em um jornalismo construído com verdade, coerência, legitimidade e justiça.

Minha missão nunca foi apenas mostrar as belezas do sertão, mas também identificar suas aflições, ouvir o clamor do povo e tentar apontar caminhos e soluções. Defender esses humildes, porém valorosos personagens da nossa história, nunca foi favor. Sempre foi obrigação de quem acredita em um jornalismo construído com verdade, coerência, legitimidade e justiça.

Nas minhas andanças pelo sertão, realizei pautas, denúncias e enfrentamentos em regiões como o Alto Rio Pardo e Vale do Jequitinhonha

Nas minhas andanças pelo sertão, realizei pautas, denúncias e enfrentamentos em regiões como o Alto Rio Pardo, o Vale do Jequitinhonha e, mais recentemente, na defesa de famílias produtoras estabelecidas há décadas no Projeto Jaíba, no região do Vale do Gorutuba e Médio São Francisco. Famílias que hoje vivem sob insegurança, pressão e ameaças, mesmo tendo dedicado suas vidas ao trabalho e ao desenvolvimento da região.

Nas minhas andanças pelo sertão, realizei pautas, denúncias e enfrentamentos em regiões como o Alto Rio Pardo, o Vale do Jequitinhonha e, mais recentemente, na defesa de famílias produtoras estabelecidas há décadas no Projeto Jaíba, no região do Vale do Gorutuba e Médio São Francisco. Famílias que hoje vivem sob insegurança, pressão e ameaças, mesmo tendo dedicado suas vidas ao trabalho e ao desenvolvimento da região.

Essa luta começou lá atrás, mas segue viva e ganhando novos capítulos a cada dia, diante do surgimento de novas batalhas. Infelizmente, muitos daqueles que se apresentam como representantes do povo não cumprem verdadeiramente o seu papel. Fingem compromisso, demonstram preocupação apenas no discurso, mas faltam responsabilidade, coragem e entrega sincera às causas do nosso povo.

Há cerca de quase 25 anos, iniciei uma caminhada que nasceu do compromisso com a verdade, com o sertão e com o povo sertanejo. Uma luta construída ao lado de homens e mulheres simples, trabalhadores da terra, que diariamente enfrentam abusos, perseguições e a opressão de governos que tentam sufocar a autonomia do nosso território e daqueles que produzem o alimento que chega à mesa do povo brasileiro.

Enquanto houver injustiça, perseguição e abandono, seguirei firme. Porque o sertão tem voz. E essa voz jamais será silenciada.

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