CAVALDA DO KATYRA – NO RASTRO DO PÓ E DA TRADIÇÃO, ONDE O SERTÃO PULSA EM MIM

Mais uma vez, eu, Aurélio Vidal — amante confesso do sertão e guardião das nossas raízes — tive a honra e a alegria de me lançar estrada afora rumo a um dos encontros mais autênticos da nossa cultura: a Cavalgada do Katyra.

Mais uma vez, eu, Aurélio Vidal — amante confesso do sertão e guardião das nossas raízes — tive a honra e a alegria de me lançar estrada afora rumo a um dos encontros mais autênticos da nossa cultura: a Cavalgada do Katyra.

Ainda sob o frescor da manhã deste sábado, tomei a BR-365 como quem segue um chamado antigo, quase instintivo, desses que nascem no peito de quem carrega o sertão na alma. O destino era a acolhedora comunidade de Canto do Engenho, cenário já consagrado dessa grande celebração da vida simples, da montaria e da tradição.

Mais uma vez, eu, Aurélio Vidal — amante confesso do sertão e guardião das nossas raízes — tive a honra e a alegria de me lançar estrada afora rumo a um dos encontros mais autênticos da nossa cultura: a Cavalgada do Katyra.

Idealizada pelo jovem empreendedor e sertanejo Olavo Moura, a Cavalgada do Katyra ultrapassa o conceito de evento: ela se firma como símbolo de pertencimento, identidade e resistência cultural. Há anos acompanho e valorizo a trajetória da marca Katyra, que, com mais de três décadas de história, ajuda a impulsionar a economia de Montes Claros e fortalece o comércio regional com seus diversos empreendimentos. Mas confesso: ver de perto a grandiosidade dessa cavalgada elevou ainda mais minha admiração por essa família que entende, como poucos, o valor da tradição.

Mais uma vez, eu, Aurélio Vidal — amante confesso do sertão e guardião das nossas raízes — tive a honra e a alegria de me lançar estrada afora rumo a um dos encontros mais autênticos da nossa cultura: a Cavalgada do Katyra.

O que encontrei foi um espetáculo humano. Um mar de gente bonita, de sorriso fácil e respeito mútuo. Jovens, idosos e crianças dividindo o mesmo espaço com leveza, alegria e harmonia — como deve ser. Ali, o sertão se mostra em sua melhor versão: coletivo, acolhedor e vivo.

Entre um aperto de mão e outro, vi figuras conhecidas que também fazem questão de prestigiar o evento. O prefeito Guilherme Guimarães, acompanhado de sua equipe, vereadores e lideranças políticas, marcava presença. Encontrei também o amigo Nilsinho, ex-prefeito de Padre Carvalho e ex-presidente da AMAMS, ladeado por sua esposa e amigos, todos encantados com a grandiosidade e organização da festa.

Entre um aperto de mão e outro, vi figuras conhecidas que também fazem questão de prestigiar o evento. O prefeito Guilherme Guimarães, acompanhado de sua equipe, vereadores e lideranças políticas, marcava presença. Encontrei também o amigo Nilsinho, ex-prefeito de Padre Carvalho e ex-presidente da AMAMS, ladeado por sua esposa e amigos, todos encantados com a grandiosidade e organização da festa.

Empresários como Milton, da Telecimento, Osvaldo Saldanha, Lu Guedes do ramo da perfumaria, além de tantos profissionais liberais e sertanejos da região, compunham aquele cenário pulsante — cada um contribuindo, à sua maneira, para a riqueza daquele momento.

A fazenda de Olavo, palco principal da cavalgada, mais uma vez se transformou em território de celebração. Ali, cada detalhe revela dedicação, carinho e respeito pelo público que chega de todos os cantos. É impossível não reconhecer o esforço e a paixão envolvidos na realização de um evento que já se consolidou como um dos maiores e mais bem organizados do sertão norte-mineiro.

E como não falar do forró? Porque no sertão, festa boa tem som que arrepia. O palco foi comandado por nomes consagrados da nossa música regional: Wanderson Neves, que encerrou sua apresentação já com o pé na estrada rumo ao Vale do Jequitinhonha; a potente e vibrante Ju Explosão; e o talentoso Marcelinho dos Teclados, acompanhado de seu filho Gabriel, mostrando que talento também se herda — e se cultiva.

O que encontrei foi um espetáculo humano. Um mar de gente bonita, de sorriso fácil e respeito mútuo. Jovens, idosos e crianças dividindo o mesmo espaço com leveza, alegria e harmonia — como deve ser. Ali, o sertão se mostra em sua melhor versão: coletivo, acolhedor e vivo.

A Cavalgada do Katyra teve a cobertura do Jornal Agrosertão, da contextominas.com e do consagrado JB Santos.

A fazenda de Olavo, palco principal da cavalgada, mais uma vez se transformou em território de celebração. Ali, cada detalhe revela dedicação, carinho e respeito pelo público que chega de todos os cantos. É impossível não reconhecer o esforço e a paixão envolvidos na realização de um evento que já se consolidou como um dos maiores e mais bem organizados do sertão norte-mineiro.

O que encontrei foi um espetáculo humano. Um mar de gente bonita, de sorriso fácil e respeito mútuo. Jovens, idosos e crianças dividindo o mesmo espaço com leveza, alegria e harmonia — como deve ser. Ali, o sertão se mostra em sua melhor versão: coletivo, acolhedor e vivo.

E quando a poeira da cavalgada baixa, a festa não termina — ela apenas muda de cenário. Em Claraval, o forró seguiu firme, varando a madrugada, até o dia nascer anunciando que a alegria ainda resistia, teimosa, como o próprio sertão.

A fazenda de Olavo, palco principal da cavalgada, mais uma vez se transformou em território de celebração. Ali, cada detalhe revela dedicação, carinho e respeito pelo público que chega de todos os cantos. É impossível não reconhecer o esforço e a paixão envolvidos na realização de um evento que já se consolidou como um dos maiores e mais bem organizados do sertão norte-mineiro.

Voltei para casa com o coração cheio. E já confesso, sem cerimônia: o pensamento já galopa adiante, rumo a maio de 2027. Porque quem vive o Katyra uma vez… sempre volta.

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