CURIODIDADES SOBRE O CAFÉ NORTE MINEIRO

Quem antes precisava deixar o lar em busca de trabalho nas lavouras do Sul de Minas ou de São Paulo, agora encontra no próprio chão o sustento e o orgulho.

*Aurélio Vidal

A história do café no Alto Rio Pardo é escrita com suor, fé e raízes profundas. Entre seus grandes protagonistas está o senhor Carlos Humberto, homem visionário que ousou semear esperança em solo sertanejo. Foi ele quem abriu as porteiras da cafeicultura regional, transformando o grão em símbolo de prosperidade e inspiração para gerações inteiras de produtores.

Hoje, o legado floresce nas mãos de seu genro, Anderson, jovem dinâmico que dá novo fôlego à tradição. À frente da Fazenda Apóstolo Simão, na zona rural de Rio Pardo de Minas, ele une técnica e paixão para manter vivo o nome da família e o sabor do sertão em cada colheita.

Produzindo café de alta qualidade — padrão de exportação —, Anderson segue enfrentando desafios que ainda limitam o avanço de muitos produtores, como a ausência da outorga de operação das barragens já construídas. Anderson, jovem dinâmico que dá novo fôlego à tradição do cultivo do café.

Produzindo café de alta qualidade — padrão de exportação —, Anderson segue enfrentando desafios que ainda limitam o avanço de muitos produtores, como a ausência da outorga de operação das barragens já construídas. Mesmo assim, entre grãos dourados e horizontes de esperança, o café do Alto Rio Pardo continua contando a história de um povo que acredita no amanhã.

UMA NOVA FASE NA AGRICULTURA FAMILIAR NO SERTÃO NORTE MINEIRO

Já faz alguns anos que a realidade começou a mudar em terras do Alto Rio Pardo. O que antes era sonho distante, hoje se traduz em lavouras verdejantes e frutos de esperança. Produtores da agricultura familiar, como Charles, da comunidade de Carrascão (foto acima), colhem agora o próprio café — símbolo de conquista e de permanência no campo.

Famílias inteiras, espalhadas por comunidades como Nova Aurora, Natanael e Curral de Pedra, assim como tantas outras, estabelecidas na zona rural de cidades como Rio Pardo de Minas, Taiobeiras, Ninheira, Berizal, Serranópolis de Minas e Águas Vermelhas, vivem hoje exclusivamente do cultivo do café. Na primeira foto junto da esposa e da filha ,está o Charles, da comunidade de Carrascão zona rural de Rio pardo.

Famílias inteiras, espalhadas por comunidades como Nova Aurora, Natanael e Curral de Pedra, assim como tantas outras, estabelecidas na zona rural de cidades como Rio Pardo de Minas, Taiobeiras, Ninheira, Berizal, Serranópolis de Minas e Águas Vermelhas, vivem hoje exclusivamente do cultivo do café. É um novo ciclo de autonomia, renda e dignidade que floresce sob o sol do sertão norte-mineiro.

Quem antes precisava deixar o lar em busca de trabalho nas lavouras do Sul de Minas ou de São Paulo, agora encontra no próprio chão o sustento e o orgulho. O café transformou-se em elo entre tradição e futuro — uma cultura que devolve ao sertanejo o direito de permanecer, produzir e prosperar em sua terra.

As colheitas são mais do que safras: são capítulos de uma virada histórica, onde o Alto Rio Pardo descobre que o seu ouro é verde e brota das mãos de quem acredita no poder da terra e no valor do trabalho.

Mesmo assim, entre grãos dourados e horizontes de esperança, o café do Alto Rio Pardo continua contando a história de um povo que acredita no amanhã. Com visão moderna e grande paixão pelo setor, Talles Fernandes tem fortalecido as políticas públicas que impulsionam a produção rural, em especial a produção do café norte mineiro.

Vale ressaltar: o secretário de Estado da Agricultura, Talles Fernandes, tem se destacado pelo trabalho dinâmico e comprometido com o desenvolvimento do campo mineiro. Com visão moderna e grande paixão pelo setor, ele tem fortalecido as políticas públicas que impulsionam a produção rural, especialmente no norte e nordeste de Minas, promovendo avanços concretos para o homem e a mulher do campo.

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